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domingo, 10 de outubro de 2010


Todo final de semana vou postar alguma coisa sobre mim.
Meu nome é Camila Lana, tenho 14 anos, praticamente 15. (http://twitter.com/Cammmmmila) Nascida e criada em São paulo. Viciada em livros, seriados, perfumes, esmaltes e melissas. Não sou muito de demonstrar meus sentimentos para as pessoas e alguns amigos meus dizem que sou anti-social, não me acho anti-social, mas quem sou eu para falar alguma coisa. Ultimamente estou lendo o Caçador de pipas e assistindo Glee. Tenho um gosto totalmente diferente dos meus amigos e sou difícil de gostar das coisas que eles gostam. È isso.

terça-feira, 5 de outubro de 2010


Minha mãe me chama de boba por sempre estar suspirando pelos cantos, por estar cantando alegremente e por sempre estar com um enorme sorriso no rosto. Ainda não sei por que estou assim e isso me assusta. Tenho algo na minha mente que não sai de mim, eu sei que posso estar sendo iludida e no final acabar ferida por ter construído tantas expectativa, mas isso não importa. Não quero ser negativa em pensar que ele nem liga para os meus sentimentos, só quero viver sem ter medo do que pode me acontecer. Eu prefiro sofrer por ter tentado a nunca tentar.

domingo, 3 de outubro de 2010


“Você vai estar aqui amanhã quando tudo e todos estiverem contra mim?”
“Eu sempre vou estar aqui, até mesmo quando tudo estiver completo.”
“Você promete?”
“Eu prometo que sempre estarei do seu lado em qualquer ocasião. Sempre estarei aqui para te ajudar. E quando você estiver com vontade de gritar e brigar com alguém eu estarei aqui.”
“Obrigada!”

quarta-feira, 29 de setembro de 2010


Às vezes fico feliz por um instante. Naquele momento eu não pensava em meus problemas, eu acho que eram todas as opções que eu tenho. Eu penso sobre todas as pessoas maravilhosas que vou conhecer, eu penso em todas as grandes idéias que terei. Eu penso em todas as aventuras, sobre o amor, sobre todos os lugares que eu ainda estou para conhecer. Eu acredito que em algum momento eu serei feliz. Eu sei que felicidade está lá fora, eu sei que ela está me esperando. Eu tenho esperança.

domingo, 26 de setembro de 2010


“Precisamos conversar!” – Foi a ultima coisa que ele me disse ao desligar o telefone.
Ele tinha a capacidade de transformar toda a minha ansiedade em um sentimento desnecessário. Minha cabeça estava à milhão, eu não estava com a disposta a pensar em outra coisa a não ser aquele: “Precisamos conversar!”. Tentei me acalmar, mas foi tudo em vão assim quando o vi descer do trem. Minha perna estava tremendo e meu coração palpitando em um ritmo que não era normal. Quando ele se aproximou ele percebeu a minha inquietação.
“O que foi?” Como ele conseguia ser tão sínico depois de me dizer aquilo? Apenas sorri, pois tinha certeza que se abrisse a boca sairia milhões de fatos que nem eu entenderia.
“Precisamos conversar? Mesmo?”
“Desculpe-me. Acho que não te dei muita explicação quando disse aquilo. Acho que isso te deixou um pouco nervosa.”
“Você acha? Você pensa que eu sou boba. Vamos pode dizer... Diga que conheceu uma menina mais bonita em Paris, mais interessante. Diga que está de casamento mercado e que tem uma filha com ela. Diga rápido antes...” Ele me beijou, me fazendo calar. “O que significava todo aquele precisamos conversar?”
“Eu senti a sua falta. E só fui perceber o quanto eu te amava quando entrei naquela droga de trem tentando fugir de todos os meus problemas, eu percebi que não sou nada sem você, que minha vida simplesmente para sem você. E agora eu não quero nunca mais me separar de você. Quero envelhecer ao seu lado. Lara você quer casar comigo?”
“Quero!”

quarta-feira, 22 de setembro de 2010


Todos os dias pensamos das coisas que já aconteceram nas nossas vidas, mas nunca imaginamos o que acontecera mais para frente. E como seria agradável saber o que nos acontecera no futuro. Mas infelizmente não podemos fazer isso, não podemos prever como será o futuro, mas podemos pensar e repensar em como gostaríamos que ele fosse. Não tenha medo do futuro, viva cada dia de uma vez.

segunda-feira, 20 de setembro de 2010


Foi à pior briga que tivemos, mas estava cansada de ficar chorando por acontecimentos que sempre era ele que estava errado. Simplesmente achava que não valia à pena derramar nenhuma sequer lágrima por ele, não valia à pena derramar nenhuma lágrima por tudo o que se relacionava a ele. Estava preparada a suportar aquilo de cabeça erguida. Estava preparada a sair correndo estrada a baixo, sem sinais de parar, correr em uma enorme linha reta. Sentir o vento bagunçar os meus cabelos e não me importar com mais nada, deixar os meus problemas para traz.